domingo, 8 de dezembro de 2013

TEM que ter conteúdo


Em um artigo anterior conversamos um pouco sobre como escrever um artigo para revistas (ou posts para blogs e sites).

Lembra de como começar um artigo?

É preciso criar um gancho forte com o título do artigo e depois já dizer ao leitor qual será o conteúdo que ele irá encontrar no seu artigo, respondendo às perguntas “Quem? O quê? Quando? Onde? Por quê? Como?”

Mas isso só não basta...

O seu artigo tem que ter conteúdo. Porque o tempo do leitor é precioso e é importante que, além de uma leitura gostosa para o lazer, ele ainda possa encontrar em seu artigo material que contribua para ampliar os próprios conhecimentos.

Quando o leitor ler o seu artigo, ele perceberá que você é autoridade no assunto e que, mais do que isso, está dando a ele algo de real valor.

Portanto, você que está construindo sua carreira profissional, como palestrante, ou ainda como escritor, ou mesmo como profissional de outras áreas, passará a ser reconhecido e respeitado nos locais onde for palestrar, nas livrarias em que seus livros forem expostos e vendidos, em toda aparição que você fizer em entrevistas de rádio e TV, e em muitos outros lugares onde seu nome for mencionado.

Com esse tipo de cuidado com os seus textos, aos poucos você irá conquistando fãs para a sua forma de pensar e agir. E ganhará a confiança de seus leitores, através do fornecimento de material útil para que ele possa também usar para expandir sua vida pessoal ou profissional.

Por isso é importante você conhecer bem o assunto sobre o qual está escrevendo. Então, gaste algum tempo em pesquisas e estudos para embasar seu tema e não parecer que o seu artigo é superficial.

Outras dicas também importantes são:

- Conheça a revista, blog ou site para quem você vai escrever e respeite as características e normas praticados por ela;

- Use uma linguagem adequada para o público leitor da revista;

- Aborde temas de interesse dos leitores do site, blog ou revista;

- Faça uma revisão cuidadosa no texto, para não deixar passar erros;

- Peça para duas ou três pessoas lerem o artigo, antes de publicá-lo;

- Releia o artigo várias vezes, até ter certeza de que o que você quer dizer está perfeitamente claro.

Lembre-se: se você quer se tornar um escritor de sucesso e conquistar um bom espaço no mercado livreiro, pratique a escrita regularmente e cuide bem de seus textos e da sua imagem. Escreva algo todos os dias e seja sempre muito cuidadoso com a qualidade do que você escreve.

Então, proponho a você um exercício:

1-Escreva todos os dias um texto novo, entre 300 e 500 caracteres;

2-Revise cuidadosamente o seu texto e deixe a sua mensagem bem clara;

3-Publique o seu texto no Facebook, site, blog, ou em outras redes sociais.

Nas nossas próximas conversas, vamos nos entender mais sobre esse e outros temas importantes para você que é ou quer se tornar um escritor de sucesso.


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
    
Escritor   Assessor de Escrita   Coach Editorial
     Ajudando você a transformar
     suas ideias em livros de sucesso



     Antes Tarde do Que Nunca
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     Todo Dia É Dia de Ter Fé na Vida




terça-feira, 3 de dezembro de 2013

As pessoas se acomodam e a vida passa


“O conformismo faz com que a pessoa opte por ter cada vez menos. E passe a achar que tem menos porque merece menos.”


Você tem o direito de ser feliz!

Se você está frustrado por ter perdido uma parte da sua vida, deixe-me dizer-lhe que ainda é possível fazer alguma coisa para aproveitar melhor o restante dela.

Infelizmente, muitas pessoas perdem toda a vida que ainda têm porque pensam que é tarde demais para mudar e conquistar seus sonhos.

Pior: as pessoas pensam no que os outros querem, seguem o que os outros dizem, tentando sempre preservar a própria imagem, em vez de respeitar seus desejos legítimos e a sua vocação.

Muitos estão frustrados por não viverem a vida que gostariam, porque acham que o seu tempo de sonhar já passou e que agora já não podem fazer mais nada.

Tenho visto pessoas com 30 anos de idade dizendo que já estão velhas demais para começar uma faculdade. Muitos pensam que aos 40 anos já não têm mais chance de conseguir um novo amor.

Observo diariamente pessoas que acham que perderam a época de escrever um livro, de aprender piano, de começar um curso ou um novo empreendimento − enfim, de se lançar a um novo desafio − por achar que já não são capazes de reacender seus sonhos, suas energias, sua motivação, e encarar os obstáculos naturais que dão sabor à vida.

As pessoas desistem de serem felizes porque têm medo de partir para uma nova vida, mesmo que estejam insatisfeitas com aquela que levam. Vivem como ratos assustados, acuados a um canto por sombras que imaginam serem de gatos.

Não percebem que apenas um pouco mais de ousadia e vontade de lutar pela felicidade seria suficiente para mudar toda a sua história. E desistem de seus anseios porque já não acreditam mais na realização dos próprios sonhos.

Isso me faz pensar que essa é a condição em que a maioria das pessoas vive: a posição em que se encontram na vida é incômoda, mas não fazem nada quanto a isso, porque a dor ainda não é o suficiente para fazê-las se moverem.

A verdade mais dura nessa história é que o comodismo assumido se transforma em conformismo. E o conformismo é o mesmo que a morte em vida.

O conformismo faz com que a pessoa opte por ter cada vez menos. E passe a achar que tem menos porque merece menos. Triste... Não é mesmo?

O conformismo prende o indivíduo à sua situação presente e o impede de crescer, porque anula a sua vontade de lutar para buscar mais.

Então, para que você possa assumir o rumo da sua vida, quero lhe fazer um convite especial: reaja contra aquilo que você não quer na sua vida! Jogue fora tudo o que o incomoda e não lhe serve mais, e comece de novo!

Pode não ser fácil, passando pelas dificuldades que você talvez esteja enfrentando agora. Mas sempre é preciso dar a si mesmo um voto de confiança e uma nova chance.

Talvez você seja aquele jovem que abandonou os estudos para trabalhar desde cedo, ou alguém que abriu mão da carreira porque precisou cuidar dos pais doentes.

Quem sabe ainda, é uma daquelas pessoas que quase perderam a vida com drogas, ou que desperdiçaram o tempo de amar porque trabalhavam como loucas.

Ou, talvez seja uma daquelas mulheres que deixaram de trabalhar fora para cuidar dos filhos e hoje que eles cresceram se sente vazia e sem perspectivas no mercado de trabalho e na sua vida.

Pode ser ainda que esteja num casamento falido, sem amor e machucado, atirado aos cantos de sua vida, angustiado e sem saída, esperando apenas o tempo passar e a morte chegar.

Mesmo assim, acalme-se e acredite: ainda é possível voltar a ser feliz.

Quero deixar claro aqui a ideia de que se conformar com menos por não se julgar capaz de conseguir mais é que é o problema. É a desistência dos seus sonhos que tem um peso enorme, negativo, na sua autoestima, na sua autoconfiança e na sua felicidade.

Então, se alguma coisa está doendo na sua alma, vá buscar a solução!

Conheça de perto os problemas que você tem que enfrentar na vida, aceite o desafio de resolvê-los e vá viver tudo o que você tem direito e que o faz feliz.

E jamais aceite menos do que você merece ter na vida, seja por que motivo for!


Nas nossas próximas conversas, vamos nos entender mais sobre esse e outros temas importantes para você que é ou quer se tornar um escritor de sucesso.


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
    
Escritor   Assessor de Escrita   Coach Editorial
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Recusaram o meu livro! E agora?


Acredito que é até possível que você já tenha finalizado o seu livro e o tenha enviado para uma série de editoras, em busca de publicação.
Mas, infelizmente, não conseguiu atrair o interesse das editoras.

Quem sabe você obteve até algumas respostas – negativas, é claro, mas educadas −, falando de “quem sabe numa próxima oportunidade, ou quem sabe numa outra editora...”, o que o deixou ainda com esperanças.

Mas você esperou, esperou, esperou… O tempo passou e nenhuma resposta positiva veio.

“Como pode isso?” “O meu livro é tão bom!… Dediquei tanto tempo a ele!… Como podem recusá-lo assim, sem nem mesmo dar-me uma chance?” – foi isso que você pensou, não foi?

Sinto dizer-lhe que a situação atual não é muito animadora. Mas também quero lhe dizer que o problema pode não ser com você, nem com o seu livro. A dificuldade costuma vir também da própria realidade do mercado editorial.

Embora muitas editoras digam que publicam novos autores (aqueles que ainda não têm nome feito no mercado), no final das contas, o que elas levam em conta mesmo é o risco do investimento (que é muito maior quando o autor não é conhecido).

Ou seja, um livro de um autor conhecido tem muito mais chances de dar retorno financeiro para as editoras do que um livro de um autor novato.

Em resumo: a maioria das editoras raramente publica obras de autores novos. Para elas, autores novos representam um risco de investimento muito alto. E num mercado tão concorrido, não vale muito a pena apostar, certo?

Mas, embora seja uma realidade dura para os novos autores, isso está certo, estrategicamente falando. Não tenha dúvida alguma de que se você fosse um editor seguiria pelo mesmo caminho. Afinal, editoras são empresas e empresas visam lucro.

Mas, não desanime… O mercado de livros está mudando, com todas as inovações tecnológicas que estão chegando. E boas alternativas têm surgido.

Isso significa que em breve você terá outras opções, viáveis e mais baratas, com menor risco financeiro, para publicar o seu livro. Quais são elas? Tenho certeza de que você já ouviu falar em duas das principais:

− Impressão sob demanda (de pequenas quantidades de livros);

− e-book (o livro eletrônico)

Pois bem, essas são apenas duas das novas opções de publicação de livros que estão ganhando força no mercado e que abrirão muitas portas para os novos autores, apaixonados por suas obras e que querem vê-las sendo lidas pelo maior número possível de pessoas.

É claro que não é a mesma coisa que ter seu livro publicado por uma boa editora. Mas, dependendo da sua necessidade, esses novos processos irão atendê-lo plenamente.

Mas ainda vamos precisar de um tempinho (bem pouco tempo) para que essas alternativas tomem forma. Quem sabe em breve alguma dessas soluções que estão surgindo, com as mudanças que estão ocorrendo por aí, vai realizar o seu sonho de ser escritor?

Afinal, há muitos bons escritores que só aguardam uma oportunidade para publicar suas obras. E de mostrar ao mundo toda a beleza e utilidade do seu trabalho.

Eu tenho muita esperança de que essas e outras novas oportunidades surgirão com grande força, em muito breve!

Acompanhe comigo os próximos artigos aqui no site e se prepare para os novos tempos, onde você vai ter mais espaço como escritor.

Lembre-se: mantenha a esperança e se anime… Dias melhores estão surgindo para quem tem muito a dizer em um livro!

Por enquanto, fique um pouco mais com estas perguntas e escreva as respostas para elas, até que isso lhe fique bem claro:

1-Por que publicar o meu livro é importante para mim?

2-Por que publicar o meu livro será importante para outras pessoas?

3-Tenho esperança de que as novidades do mercado de livros sejam úteis para publicar o meu livro? Como?

Nas nossas próximas conversas, vamos nos entender mais sobre esse e outros temas importantes para você que é ou quer se tornar um escritor de sucesso.


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
    
Escritor   Assessor de Escrita   Coach Editorial
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Toda a diferença do mundo


As pessoas parecem sempre querer aparecer como responsáveis por coisas grandiosas, que façam bastante barulho na mídia, que coloquem seus nomes em evidência. Parecem querer ser aquele tipo de pessoa para que todos olham admirados e dizem: "Olha lá aquele cara... Como ele é incrível!"

Atos grandiosos, feitos excepcionais, reconhecimento público... São molas que movem muitas das chamadas "boas ações" que permeiam o mundo de hoje. Mas que, na verdade, na maioria das vezes são atos de puro egoísmo.

Quando praticamos a verdadeira bondade, não nos importamos com os ganhos que teremos com nossas atitudes. Pensamos apenas em como podemos ajudar o próximo. E é tal o nosso desejo de caridade, que pouco nos importa se nossos atos irão atingir milhares de pessoas e causar admiração na mídia, ou se estaremos estendendo a mão apenas para um humilde ser humano que precisa de ajuda, e que ninguém jamais virá a saber da nossa atitude.

É muito importante que tenhamos consciência de que se, com os nossos atos, conseguirmos ajudar a uma pessoa que seja, isso é o que realmente importa. Atos grandiosos não são necessários se a nossa intenção de ajudar for verdadeira e amorosa.

Deixe-me contar-lhe uma pequena história:

Jonas PahNu e seu discípulo Daniel caminhavam pela praia de Jeriquaquara, conversando tranquilamente. Era o momento do dia reservado à instrução particular do aprendiz e o mestre havia escolhido uma lição especial para aquele dia.

Ciente disso, à medida que o tempo passava e PahNu não tocava no assunto do ensinamento prometido, o garoto foi ficando impaciente - tinha sede genuína de aprender, mas ainda carregava consigo o arroubo e a pressa da juventude, que o faziam sofrer certa ansiedade.

Enquanto caminhavam, repetidamente o mestre se curvava, apanhava uma estrela-do-mar e a atirava de volta às águas...

O discípulo, incomodado com aquilo, não se conteve e perguntou:

- Mestre, por que está fazendo isso?

- Isso o quê?...

- Atirando essas estrelas ao mar?

- Essas estrelas são seres vivos, Daniel. E foram trazidas à praia pela maré... Se elas permanecerem na areia, irão morrer ressecadas - respondeu o sábio.

- Mas, mestre... São milhões de estrelas espalhadas pela praia. Que diferença pode fazer devolver algumas poucas ao mar?

Jonas, sereno, curvou-se mais uma vez, apanhou outra estrela e disse: - “Para esta aqui", fará toda a diferença do mundo... E a atirou de volta à água.

Daniel compreendeu... Era essa a lição do dia.

Olharam para a imensidão da praia, sorriram um para o outro, e seguiram os dois, devolvendo estrelas ao mar...


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
    
Escritor   Assessor de Escrita   Coach Editorial
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sábado, 9 de novembro de 2013

Pedras para tropeçar


Daniel andava apressado, tentando acompanhar os passos rápidos de seu mestre, Jonas PahNu.

Naquele trecho de caminho, havia muitas pedras onde se poderia tropeçar. E dito e feito: Daniel acabou tropeçando em uma enorme pedra e rolou ribanceira abaixo. Esbravejou irritado: – Droga de pedra! Não tinha outro palhaço pra derrubar?

O mestre, vendo que o garoto não havia se machucado, riu de modo matreiro e o chamou. Sentou-se sobre outra pedra, sob uma árvore, e aguardou até que Daniel também se acomodasse.

– Pra que serve uma pedra? – perguntou ao discípulo, tão logo ele sentou.

– Ora, pra que serve? Serve pra derrubar idiotas como eu. – Daniel esbravejou novamente.

– Ou como um confortável banco à sombra de uma árvore, completou Jonas, apontando para a pedra sobre a qual haviam se acomodado.

– É... Também! – concordou o garoto.

– Então, para que serve uma pedra? O mestre repetiu a pergunta. E completou: Vejamos...

     – O garoto distraído nela tropeçou;

     – O homem bruto a usou como projétil;

     – O pedreiro, com ela, uma bela casa construiu;

     – O camponês, cansado de lavrar a terra, dela fez assento;

     – Os garotos da vila a usaram como brinquedo;

     – O poeta Drummond a eternizou em poesia;

     – Com ela, Davi venceu Golias;

     – E de seu interior, Michelangelo tirou a mais bela escultura...


– Puxa, Mestre! Nunca pensei sobre isso – comentou Daniel admirado.

– Como você vê, em todos esses casos, a pedra era apenas a pedra.
Toda a diferença daquilo que dela resultou esteve apenas nas mãos do homem.


Imagine que as pedras representam as dificuldades da vida, continuou Jonas. Então, podemos entender que não existem pedras no nosso caminho que não possam ser aproveitadas e transformadas em instrumentos para o nosso próprio crescimento.

O que realmente importa não é o problema que você enfrenta, mas o que você faz com ele.



     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
    
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CURSO ON-LINE SOBRE COMO ESCREVER UM LIVRO

Estou preparando um Curso On-line para ajudar você a escrever um livro, avaliar e aperfeiçoar a sua obra, além de oferecer-lhe dicas importantes sobre como conseguir sucesso como escritor.


Aguarde as novidades!



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Você está pronto para escrever artigos para revistas?

Sim, você pode e deve escrever para revistas, da mesma forma que deve escrever um livro para servir de pilar para a sua carreira.

Por quê?

No momento em que publica um artigo em uma revista, você que é palestrante, consultor, profissional liberal, ou especialista dentro da área em que atua, fornece elementos para as pessoas conhecerem o seu trabalho e a sua maneira de pensar.

Não importa em que cidade, estado ou país você esteja estabelecido, seu nome chegará a todos os lugares onde a revista chegar e possivelmente a lugares que nunca você iria planejar ou imaginar. Porque cada leitor irá conhecer o seu trabalho e falar de sua ideia – e o melhor: estima-se que cada exemplar de revista distribuído seja lido pelo menos por três pessoas e comentado por outras três.

Você já imaginou esse efeito na divulgação do seu trabalho? É como uma bola de neve, com seu nome sendo projetado pelo que você compartilhou com o leitor no artigo e sendo comentado por todos aqueles para quem ele teve significado e relevância.

Quando você escreve um livro voltado para a área em que atua, sem dúvida alguma você lança a base para construir um dos grandes pilares que irão sustentar o seu sucesso. Mas tão importantes são também os artigos que você escreve e publica em revistas.

Além da divulgação óbvia do seu trabalho, os artigos ainda ajudam a consagrá-lo como especialista naquilo que você faz.

Mas é claro que o seu artigo tem que ser bem escrito, ou ele poderá trabalhar até mesmo contra você e frustrar seus planos de divulgação da sua atuação profissional.

Por isso quero lhe dar algumas dicas sobre como escrever um bom artigo. E a primeira, e uma das mais importantes delas, é que “você deve capturar a atenção do leitor logo no início do artigo e despertar nele a vontade de continuar lendo”.

Para isso você precisa criar um gancho forte com o título do artigo e depois já dizer ao leitor qual será o conteúdo que ele irá encontrar no seu artigo.

Em um texto do professor André Augusto Gazola, ele chama a atenção para a necessidade de, já no início do artigo, responder as questões básicas: Quem? O quê? Quando? Onde? Por quê? Como?

Foi exatamente assim que eu comecei a escrever este texto. Repare no trecho acima, em itálico. Vamos separá-lo por partes, de acordo com a orientação do professor André:

Quando? No momento em que publica um artigo em uma revista.

Quem? Você que é palestrante, consultor, profissional liberal, ou especialista dentro da área em que atua.

O quê? Fornece elementos para as pessoas conhecerem o seu trabalho e a sua maneira de pensar.

Onde? Não importa em que cidade, estado ou país você esteja estabelecido, seu nome chegará a todos os lugares onde a revista chegar e possivelmente a lugares que nunca você iria planejar ou imaginar.

Por quê? Porque cada leitor irá conhecer o seu trabalho e falar de sua ideia – e o melhor: estima-se que cada exemplar de revista distribuído seja lido pelo menos por três pessoas e comentado por outras três.

Como? Você já imaginou esse efeito na divulgação do seu trabalho? É como uma bola de neve, com seu nome sendo projetado pelo que você compartilhou com o leitor do artigo e sendo comentado por todos aqueles para quem ele teve significado e relevância.

No restante do artigo, você vai precisar elaborar, desenvolver, aprofundar esses elementos, com muitos mais detalhes. Ou seja, vai precisar mostrar para o leitor o quanto você realmente conhece do assunto.

Mais isso, e outras dicas mais, serão assunto de nossas próximas conversas.

Um bom artigo, bem escrito e cheio de conteúdo, publicado por uma revista relevante, vai ajudar muito no sucesso do seu livro, da sua carreira como escritor e da sua carreira profissional.


Então, proponho a você um exercício:

1-Escreva um artigo para revista, dentro da sua área de atuação, com no máximo 1500 caracteres.

2-Use obrigatoriamente a estrutura do “Quem? O quê? Quando? Onde? Por quê? Como?”.

3-Antes de publicar o seu artigo, peça para duas ou três pessoas lerem e lhe darem um feedback sobre seu artigo. Depois faça as correções necessárias. 

Nas nossas próximas conversas, vamos nos entender mais sobre esse e outros temas importantes para você que é ou quer se tornar um escritor de sucesso.


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
    
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domingo, 3 de novembro de 2013

Pedras e armaduras


Um mestre chamado PahNu caminhava pela montanha com seu discípulo Daniel quando, de repente, uma pequena pedra se soltou das partes mais altas e atingiu levemente a cabeça do garoto.

Irritado, Daniel esbravejou e maldisse a pedra, sob o olhar atento e gozador de seu mestre, que se divertia com a situação.

Passados aqueles momentos de agitação do garoto, Jonas o chamou para sentar-se sob uma árvore e começou a falar:

− Daniel, essa pedra fez com que me lembrasse de uma história, que traz grandes ensinamentos para a nossa vida. Deixe-me contá-la a você… E assim começou:

“Há muito tempo, houve um reino em que as pessoas não respeitavam mais umas às outras. A intolerância entre elas era tanta que Deus ordenou que uma chuva de pedras se abatesse sobre o reino, até que Ele mesmo voltasse a ordenar que a chuva parasse.

Dessa maneira, as pessoas tiveram que se recolher às suas casas e o contato com os demais seres humanos passou a ser muito raro. Mas, também as dificuldades de viverem isolados começaram a se mostrar cada vez maiores. E eles começaram a entender que precisavam uns dos outros.

Foi então que um cientista inventou uma armadura para proteger as pessoas contra as pedras. Assim, todos passaram a usar armaduras e puderam voltar a sair de suas casas e se relacionar novamente com os demais.

Porém, com o tempo, as armaduras passaram a servir também como elementos de divisão, de segregação, entre os homens.

Os guerreiros faziam questão de armaduras cada vez mais fortes, para mostrar o seu poder. Os pobres se limitavam às armaduras mais baratas, que lhe ofereciam um mínimo de proteção, enquanto os ricos ostentavam armaduras cobertas de ouro e pedras preciosas, que mostravam a sua “superioridade” social.

Já as pessoas de mau caráter optavam por armaduras mais fechadas, que escondiam seus olhos e suas verdadeiras intenções.

E, assim por diante, cada um procurava ter a melhor armadura que pudesse comprar e que o tornasse especial, diferenciado, dentro da classe a que pertencia.

Dessa forma, a preocupação maior do ser humano passou a ser com a armadura que vestia, ou iria vestir no futuro. E ninguém mais conhecia um ao outro… Apenas conheciam a armadura que cada um usava.

Assim, o tempo passou, as gerações passaram, de modo que não usar uma armadura passou inclusive a ser passível de punição pelas autoridades locais.

Mas um dia um jovem se revoltou com tudo aquilo e decidiu que nunca mais usaria uma armadura. Saiu para a rua com roupas de tecido normal, e assim passou a viver. Até que foi preso e julgado por sua insanidade.

Durante o julgamento, um dos acusadores o questionou, preocupado:
− Meu jovem… Você sabe que está errado perante a nossa lei e que está sendo julgado por não usar armadura. Mas, diga-nos somente uma coisa: como é que as pedras que caem do céu não o ferem?

Espantado, o jovem somente retrucou:
− De quais pedras você está falando?…

Deus havia parado com a chuva de pedras já fazia muito tempo, porém os homens, preocupados apenas com a aparência de suas armaduras, nem ao menos haviam reparado que elas não eram mais necessárias.”

Jonas concluiu, então:

− Essa história pode nos ensinar diversas lições. Mas há uma em especial para a qual eu gostaria de chamar sua atenção:

Muitas vezes trazemos do nosso passado coisas de que nem ao menos recordamos sua origem − são pensamentos, comportamentos e atitudes que eram adequados a uma determinada época em que vivemos, mas que já não nos servem mais.

Carregamos essa carga extra, que somente nos atrasa e dificulta a nossa caminhada. Continuamos a usar armaduras para nos proteger de pedras, quando as pedras já não mais existem.

Por isso é importante parar a cada dia e pensar com cuidado sobre quais as armaduras que estamos vestindo e que já não são mais necessárias. Não importa o que o levou a usar essas armaduras, olhe com cuidado e perceba se já não é hora de abandoná-las.

Saber a hora de abandonar aquilo que não nos serve mais, abandonar o passado, deixar o passado no passado, é fundamental…

Somente estando livre das cargas do passado é que você poderá caminhar decididamente, vivendo melhor o seu presente e construindo um futuro mais feliz.

Pense sobre isso!

     Um abraço e muita Paz!

     Gilberto Cabeggi
     Escritor – Assessor Editorial – Ghost Writer
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