domingo, 3 de novembro de 2013

Mudando as regras do jogo, para ser feliz


A felicidade existe para você também, embora talvez neste momento você ainda não acredite nela.

Está na hora, porém, de começar a mudar as regras desse jogo. Afinal, trata-se da sua vida e é você quem decide o que fazer dela.

Ponha felicidade em sua vida todos os dias. Esse é um direito seu. Acredite: você nasceu para ser feliz.

É claro, entretanto, que não basta você ter consciência do seu direito de ser feliz. Esse é apenas o começo do processo.

É preciso também que você tome posse da felicidade. E, para que você faça isso o mais rápido possível, deixe-me dar-lhe algumas dicas, ou apenas lembrá-lo de algumas coisas que você possivelmente já sabe, mas que precisa usar com mais constância em seu dia a dia:

Dica número 1: goste do que você tem

As pessoas, normalmente, atrelam sua felicidade a coisas que ainda pretendem conseguir. E ficam adiando desfrutar plenamente sua vida, com alegações do tipo “Quando eu for gerente na empresa vou ser feliz!”, “Quando eu arrumar uma namorada vou ser feliz!”, “Quando eu comprar uma casa de praia, então vou ser feliz!”… E a vida passa, e a felicidade nunca chega.

O agora é o seu momento de glória. Ele contém a sua possibilidade real de ser feliz. Seja feliz agora, valorizando o que já conquistou, gostando e desfrutando de tudo o que você já tem.

Dica número 2: deixe nas mãos de Deus

Grande parte da infelicidade que as pessoas têm vem do fato de elas quererem controlar tudo em sua vida, com um nível de detalhes impressionante. É aquela preocupação extrema com tudo, em especial com coisas que estão além do seu alcance.

Dizemos que essas pessoas gostam de “brincar de ser Deus”, isto é, julgam-se com tanto poder sobre os fatos e as coisas em geral a ponto de se acharem capazes de “adivinhar” os resultados futuros de qualquer situação.

Para realmente ser feliz é imprescindível que você tenha fé verdadeira e deixe que o Criador cuide do seu amanhã e da solução das suas dificuldades.

O que é preciso é entregar nas mãos de Deus tudo aquilo que está fora do seu alcance resolver. E, dessa maneira, relaxar e se entregar àquilo que está ao seu alcance fazer, com tranquilidade e confiança.

Dica número 3: aprecie as coisas boas da vida

A infelicidade que acompanha muita gente se deve também a uma espécie de cegueira seletiva que elas têm. Quer dizer, essas pessoas, em geral, só têm olhos para as desgraças da vida ­ ou para as dificuldades da vida, que elas normalmente chamam de desgraças.

Tudo o que elas veem, dizem e fazem está associado a resolver problemas ou, pior ainda, a reclamar dos problemas, muitas vezes sem fazer coisa alguma para resolvê-los.

Para realmente ser feliz é imprescindível que você reserve um espaço em sua vida para apreciar as coisas boas que existem ao seu redor.

Se você ficar esperando que as dificuldades acabem para começar a viver feliz, sua vida vai passar sem que você a tenha desfrutado.

É preciso que você entenda e aceite que as dificuldades existem e sempre existirão. Elas são a sua vida, são o seu desafio para que você possa crescer. Mas não são impedimentos para a sua felicidade.

Enfim

As escolhas em sua vida são sempre suas. O importante é que você use isso a seu favor e faça escolhas que lhe tragam bom proveito e felicidade… Por isso, busque sempre escolher ser feliz, em qualquer coisa que você tiver a fazer e a qualquer momento que você viver.

Pense sobre isso!


     Um abraço e muita Paz!

     Gilberto Cabeggi
     Escritor – Assessor Editorial – Ghost Writer
     Ajudando você a transformar
     suas ideias em livros de sucesso









A beleza da vida


Certa vez uma leitora me pediu que comentasse sobre o significado da seguinte frase: “Que a morte de um ente querido seja luz para a nossa vida!”.

À primeira impressão, pode nos parecer que essa afirmação seja totalmente incoerente. “Como pode a morte de alguém que amamos servir-nos de luz?” – você poderia perguntar.

Vou procurar falar disso sem tocar em nenhuma religião em específico, para não parecer tendencioso.

Vivi muitos ano no Japão e lá as estações do ano são muito bem definidas. Então, aprendi a observar com cuidado o ciclo da vida.

No outono, as folhas das árvores começam a mudar de cor, tornam-se vermelhas, ou alaranjadas, ou marrons, até que caem todas, deixando as árvores apenas nos troncos e galhos.

Então, entra o inverno…

Durante todo o inverno, as árvores ficam desfolhadas, secas, com a aparência nítida de que não têm vida, de que morreram para sempre.

Os insetos somem, os pássaros desaparecem, a temperatura esfria, como se o sol não voltasse mais a nos aquecer, o céu fica cinza e só clareia quando a neve cai e cobre todo o solo.

A vegetação, já aparentemente sem vida, some então sob a neve. Tudo é muito triste e parece ser o fim.

E depois, chega a primavera…

O céu se abre aos poucos e, com os primeiro raios de sol da primavera, de repente, podemos observar uma borboleta saindo do casulo, alguns insetos voando, pequenas aranhas – na maioria filhotes que acabaram de sair dos ovos – armando suas teias, pássaros piando, depois voando, depois cantando, depois montando seus ninhos. E os novos filhotes ganhando os céus e trazendo música para a vida.

Olhando-se mais de perto para aquelas árvores aparentemente sem vida, passamos a observar centenas de pequenos brotos, cheios de força, sendo chamados novamente à vida.

Depois de poucas semanas, toda a exuberância da natureza está restabelecida, toda a beleza nos é devolvida. Toda a vida renasce daquilo que poderíamos jurar que estava morto.

É assim o ciclo da vida…

Mas o que isso tem a ver com a pergunta daquela leitora?

Bem, eu disse que não falaria de religião, mas não disse que não falaria de Deus. Então eu lhe faço apenas uma pergunta: “Se Deus tem todo esse cuidado com o restante da natureza, por que razão não teria esses mesmos cuidados, ou até mesmo ainda mais cuidados, conosco, que somos Seus filhos feitos à Sua semelhança?”

Isso tudo, para mim, diz apenas uma coisa: a vida não termina. Ou ainda, a NOSSA vida também não termina. Ela se renova a cada primavera (ou a cada morte e a cada nascimento).

Não vou entrar no mérito dessa questão para, como eu já disse, não ser tendencioso. Mas não posso negar a grandeza deste mundo de Deus, que pude presenciar por anos a fio observando a natureza.

Então, se pensarmos que somos partes desse imenso universo de Deus e, como tudo, apenas nos renovamos, por que deveríamos temer ou chorar a morte?

Veja bem, não estou dizendo que não tenhamos sentimentos de tristeza com a separação de nossos entes queridos. Apenas quero dizer que, quando um ente querido se vai do nosso convívio, devemos sim curtir a nossa tristeza, pois isso faz parte da nossa natureza e é necessário para lavar a nossa alma e refrescar o nosso coração. Mas podemos também aprender a ver nessa partida a beleza da renovação da vida.

A partida de um ente querido pode nos chamar a atenção para a grandiosidade da vida, da mesma forma como o nascimento de um filho o faz.

Essa consciência da nossa condição temporária neste mundo e da nossa eternidade como filhos de Deus nos vem a partir desses dois acontecimentos: o nascimento e a morte.

Encarar a morte de um ente querido pode abrir, então, nossos olhos para a luz da compreensão da nossa existência: Será mesmo a morte tão definitiva? A natureza nos diz que não!

Podemos nos tornar mais fortes e confiantes nesses momentos de provação, se os aproveitarmos para compreender a grandeza e a beleza da vida que Deus nos deu.

Pense sobre isso!


     Um abraço e muita Paz!

     Gilberto Cabeggi
     Escritor – Assessor Editorial – Ghost Writer
     Ajudando você a transformar
     suas ideias em livros de sucesso











Desapego e solidariedade




Certo dia, um jovem discípulo chamado Daniel foi de ônibus ao centro da cidade, junto com seu mestre, Jonas PahNu.

Porém, ao subirem no veículo, um dos chinelos de Jonas escapou de seu pé e caiu para o lado de fora. A porta do ônibus se fechou e o veículo saiu, tornando impossível recuperar o chinelo perdido.

Imediatamente, Jonas tirou seu outro pé de chinelo e o jogou pela janela, de modo que caísse o mais próximo possível do seu par.

Daniel, sem entender a atitude de PahNu, perguntou-lhe:
– Mestre, por que fez isso?
– Isso o quê, Daniel?
– Você jogou o outro chinelo pela janela e ficou totalmente descalço. Por quê?

E Jonas respondeu, naturalmente:

– Desse modo, a pessoa que encontrar um dos chinelos, encontrará também o outro. E poderá usá-los. De nada adiantaria para essa pessoa encontrar apenas um pé de chinelo. E nem me adiantaria ficar apenas com a outra metade do par. Juntos, os dois chinelos podem continuar a cumprir o seu propósito de agasalhar os pés de quem deles necessite.

Jonas sorriu e Daniel entendeu o verdadeiro sentido do desapego e da solidariedade. E ficou ainda mais feliz com a sabedoria e a grandeza de coração de seu mestre.

A verdadeira felicidade nasce em nosso coração quando somos capazes de pensar no bem do próximo, mesmo quando estamos vivendo uma situação que para nós se apresenta como um problema.

Pense sobre isso!


Um abraço e muita Paz,

Gilberto Cabeggi
Assessoria de Escrita Criativa, Persuasiva e Inspiradora
Assessor de Escritores – Ghost Writer
Coach Editorial e de Palestrantes
Escritor na Área de Desenvolvimento Humano e Espiritualidade

Ajudando você a transformar ideias em livros de sucesso

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A importância de uma vírgula

Uma simples vírgula pode mudar totalmente o rumo do que se quer dizer e mudar totalmente o resultado de uma história.

Vejam que incrível o poder de uma vírgula:

Contam que um rei foi solicitado a dar a palavra final no julgamento de um de seus camponeses, como era costume nos casos em que pairavam dúvidas sobre o veredito final.

Como o rei conhecia o homem, que fora seu servo pessoal, e tinha certeza de que ele era inocente, chamou seu assessor e lhe pediu que escrevesse:

“Todos o condenam… Eu não, absolvo!”

O assessor, ao escrever o veredito do rei, anotou o seguinte:

“Todos o condenam… Eu não absolvo!”

E o pobre homem foi executado, por causa de uma simples vírgula.

Sobre isso, achei muito legal a mensagem da Campanha dos 100 anos da ABI – Associação Brasileira de Imprensa, que reproduzi e ampliei na tabela abaixo.



































Pois é... Uma vírgula pode mudar tudo.

Por isso, é preciso ter cuidado com a pontuação, quando você escreve. É claro que você não precisa ser um especialista em gramática, porque sempre vai poder pagar um revisor para acertar o seu texto.

Mas revisor nenhum vai conseguir adivinhar o que você quer dizer, se você não tiver clareza ao se expressar.

Então, seja sempre bastante claro com a pontuação dos seus textos. Isso pode mudar totalmente a sua história.

Vamos falar mais sobre isso em outros artigos. Mas, por enquanto, fique um pouco mais com estas perguntas e escreva as respostas para elas, até que isso fique bem claro para você:

1 - O meu texto está claro?

2 - O meu texto representa exatamente aquilo que eu quero dizer?

3 - Se eu der meu texto para alguém ler, ele saberá o que quero dizer e se empolgará como eu com a leitura (faça um teste com seus amigos e “inimigos”)?

Nas nossas próximas conversas, vamos nos entender mais sobre esse e outros temas importantes para você que é ou quer se tornar um escritor de sucesso.


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
     Ajudando você a transformar
     suas ideias em livros de sucesso









sábado, 19 de outubro de 2013

A delícia de ser um escritor



Quero dar-lhe algumas dicas para você escrever e aprimorar o seu livro e deixá-lo mais interessante para os leitores e para as editoras. Um livro bem escrito e com forte potencial de sucesso.

Um dos grandes sonhos de muitas pessoas é escrever um livro. Muitos nem mesmo pensam em publicá-lo. Mas sonham pelo menos com a possibilidade de pôr suas ideias no papel e contar tudo o que têm a dizer para o mundo. Divulgar seu modo de pensar, deixar seu legado para a humanidade, ou mesmo apenas para os amigos.

Outras pessoas apenas gostariam de poder expor suas ideias por escrito, de modo claro e elegante.

Outros ainda têm necessidade profissional de escrever bem.

Talvez você seja uma dessas pessoas. Ou melhor, se está lendo esta página, tenho certeza de que é uma delas.

Dizem que um homem para se sentir realizado precisa ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro.

Bem, quanto a ter um filho e plantar uma árvore, isso é com você! Já com relação a escrever um livro, talvez eu possa lhe dar uma mãozinha.

Então, vou dar-lhe algumas dicas, que tornarão o seu trabalho de escrita mais fácil, mais prazeroso e com resultados mais dentro do gosto das pessoas para quem vai oferecer os seus escritos.

Quem sabe, então, você decida fazer dos seus rascunhos um livro de verdade e ele venha a fazer sucesso… E você venha então a escrever muitos outros livros.

Mas, como tudo tem um começo, o seu começo pode ser exatamente aqui.

Então, vamos ao que interessa. Vamos começar o nosso papo sobre tudo o que é preciso saber para escrever o seu livro.

Clique no link que está abaixo, leia as dicas e descubra os segredos de um livro bem escrito e com forte potencial de sucesso.


A cada semana vou colocar aqui novas dicas para ajudá-lo a escrever e melhorar o seu livro.

Mas você também pode me enviar as suas perguntas.


Aproveite bem estas dicas.

Nas nossas próximas conversas, vamos nos entender mais sobre esse e outros temas importantes para você que é ou quer se tornar um escritor de sucesso.


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
     Ajudando você a transformar
     suas ideias em livros de sucesso









sábado, 12 de outubro de 2013

Defina a missão do seu livro


A missão do seu livro é o papel que ele irá desempenhar na história. Ou ainda, é a mudança que ele irá provocar no mundo.

Parece muito pretensioso?

Mas lembre-se que estamos falando do seu livro. Você não pode pensar pequeno sobre ele.

É preciso pensar na função que ele irá cumprir na vida dos leitores e na sociedade. A marca que você irá deixar, através daquilo que vai escrever.

Somente uma definição clara da missão do seu livro faz com que ele tenha uma grande razão para existir e torna possíveis, claros e realistas os seus objetivos como escritor.

Uma missão bem definida e clara para o seu livro atua como uma mão invisível que guia o seu trabalho de escrita na direção da realização do seu potencial de escritor e do potencial da sua obra.

Mas como descobrir, ou estabelecer, a missão do seu livro?

Existem algumas perguntas que facilitam para você definir essa missão. Procure respondê-las agora:

    - O que o seu livro deve realizar?

    - Para quem deve realizar?

    - Para que deve realizar?

    - Como deve realizar?

    - Onde deve realizar?

    - Quando deve realizar?

    - Qual responsabilidade social o seu livro deve ter?

Após responder a essas perguntas, responda também aos seguintes questionamentos:

    - Para quem eu estou escrevendo esse livro: para mim mesmo, ou   para o leitor?

    - O que quero atingir com esse livro: minha satisfação pessoal, ou quero contribuir de alguma maneira para melhorar a vida do leitor?

É muito importante você considerar sempre os aspectos práticos de aplicar no dia a dia do leitor as ideias que desenvolve em seu livro.

     É preciso ter foco na mudança de vida das pessoas.

     É preciso provocar mudanças na vida das pessoas.

Traçar a missão do seu livro significa que você o está preparando para ser muito mais do que um simples desabafo seu, ou um passatempo que você adora.

Faz com que a sua obra seja preparada de tal forma a fazer alguma diferença positiva no mundo.

Uma missão bem construída faz com que seu livro seja útil, agradável e bem requisitado. 

Uma boa missão, bem definida e grandiosa, pode determinar o sucesso da sua obra e da sua carreira como escritor.

Então, fique um pouco mais com estas perguntas e escreva as respostas para elas, até que isso fique bem claro para você:
    
1. Para quem eu estou escrevendo esse livro?

2. O que quero atingir com esse livro?

3. A missão do meu livro está clara e bem definida?

Nas nossas próximas conversas, vamos nos entender mais sobre esse e outros temas importantes para você que é ou quer se tornar um escritor de sucesso.


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
     Ajudando você a transformar
     suas ideias em livros de sucesso

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Escolha o tema do seu livro


Tão importante quanto definir o seu público-alvo e, a partir daí, qual é a linguagem que você vai usar no seu livro, é fundamental ter muito claro qual é o tema que vai abordar.

Sobre o quê mesmo você vai escrever? Isso está claro em sua mente?

Você não pode sair escrevendo o seu livro sem um rumo, colocando no papel tudo o que lhe vier à cabeça, sem um critério bastante claro.

É preciso ter uma linha mestra para definir quais são as ideias que vai apresentar para o leitor, como vai colocá-las, como vai passá-las para seus leitores e como pretende que elas fiquem na mente de quem vai lê-las.

Em resumo, antes de escrever, você precisa definir um tema e fazer um projeto do seu livro. Imagine como seria construir uma casa sem ter pelo menos uma planta dela bem definida… O trabalho seria muito mais difícil e, com certeza, os resultados finais não seriam tão bons.

Então, vamos ter isso em mente: o primeiro passo para traçar esse projeto é definir o tema que vai abordar no seu livro. Você precisa ter muito claro qual é o assunto que será tratado. Por exemplo:

- Felicidade e sucesso são os temas do livro “O sucesso é ser feliz”, de Roberto Shinyashiki;

- A lei da atração é o tema do livro “O Segredo”, de Rhonda Byrne;

- O bom uso da memória é o tema do livro “Os 10 hábitos da memorização”, de Renato Alves;

- A felicidade é o tema do livro “Todo dia é dia de ser feliz”, de Gilberto Cabeggi.

Basicamente, para definir o tema que você vai abordar, é necessário pensar no seguinte: “Qual é a pergunta que meu livro vai responder para o leitor?” Essa é a pista para começar a pensar.

A pergunta seguinte, com toda a certeza, será: “Para que servirá o meu livro?”, ou ainda, “Qual é a missão do meu livro?”.

A missão do seu livro está intimamente ligada ao tema que você vai abordar.

Então, fique um pouco mais com estas perguntas e escreva as respostas para elas, até que isso fique bem claro para você:

1. Qual é a pergunta que meu livro vai responder para o leitor?

2. Para que servirá o meu livro?

3. Qual será, afinal, o tema do meu livro?

Nas nossas próximas conversas, vamos nos estender mais sobre esse e outros temas importantes para você que é ou quer se tornar um escritor.


     Um abraço,

     Gilberto Cabeggi
     “Ajudando você a transformar
     suas ideias em livros de sucesso”